segunda-feira, 11 de julho de 2016

" Ser feliz é...

"Podes ter defeitos, estar ansioso
e viver irritado algumas vezes,
mas não te esqueças
Que a tua vida é a maior
empresa do mundo.

Só tu podes evitar que ela
vá em decadência.

Há muitos que te apreciam,
admiram e te querem.

Gostaria que recordasses que ser feliz,
não é ter um céu sem tempestades,
caminho sem acidentes, trabalho sem fadiga,
relacionamentos sem decepções.

Ser feliz é encontrar força no perdão,
presença nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso,
mas também reflectir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar o sucesso,
mas aprender lições nos fracassos.

Não é apenas ter alegria com os aplausos,
 mas ter alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida,
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise."


terça-feira, 5 de julho de 2016

Alunas


              Quem se lembra destas "lindas Alunas"?

São a Vanessa, a Carla e a Filipa
São do tempo em que havia batas azuis, encarnadas, verdes e pretas, conforme os ciclos.
Só depois é que veio o costume do uniforme para todos os dias.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

O Nome

"Os vossos nomes estão escritos nos céus..." são palavras de Jesus Cristo que não nos podem deixar indiferentes.
Como podemos viver, de qualquer maneira, sem pensar que, desde a nossa concepção, Deus nos chamou pelo nome  e reservou para nós um lugar entre os eleitos?
Como podemos andar afastados do Pai, ocupados com as nossas "coisas", os nossos interesses, as nossas preocupações e aborrecimentos e não procurar  ter Deus como centro de tudo o que fazemos, pensamos e queremos?
Como podemos afastar-nos, errar, seguir por caminhos tortuosos e não fazer como o filho pródigo?
Mas, façamos o que fizermos, Deus está lá, esperando-nos. E, " o nosso nome está escrito nos céus"
Impressiona-me ler ou ouvir esta frase tão cheia de significado e, ao mesmo tempo, de exigência.
É um apelo, um convite. Como corresponder a ele?
Ir. Maria Teresa de Carvalho Ribeiro,O.P. 

sábado, 2 de julho de 2016

Relembrando...


                               02 / 07 / 1958
São dias que não esquecem!
                Muitas graças meu Deus. Eis-me aqui...

quinta-feira, 30 de junho de 2016

"vem..."


Ao ler ou escrever este verbo lembro-me sempre do "Cântico negro" de José Régio.
São muitos os convites, muitas as solicitações, muitas as hipóteses apresentadas. E o maior convite é mesmo o que Deus nos faz.
O Evangelho dum destes domingos falava deste convite, do seguimento de Cristo: " Quem quer ser meu discípulo..."
E não se referia apenas a pegar na cruz de cada dia. Era talvez exigente em aspectos concretos : " deixa que os mortos enterrem os seus mortos..." " Quem põe a mão no arado e olha para trás..."  
Talvez não possamos atender a tudo isto de uma maneira absoluta. Há que contar com as nossas fragilidades, tentações e liberdade. E depois, há sempre uma interpretação mais abrangente...
Mas o que não podemos esquecer é que Deus tem que estar antes e acima de tudo o mais. Se O pomos como centro e cúpula das nossas vidas, então o "olhar para trás"  é um pormenor; o querer ir despedir-se da família ou enterrar os seus mortos" são as fraquezas a que nos prendemos, mesmo involuntariamente, as solicitações que deixamos que sejam mais fortes que o nosso querer.
Deus fez-nos um apelo, antes de tudo à santidade
Paremos para pensar o que , em cada dia, nos prende, nos solicita, nos leva a "olhar para trás", nos impede de seguir o Pai.
 Ir. M. Teresa de Carvalho Ribeiro, O.P.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Reencontro

Mais uma vez voltei àquela Igreja dominicana onde me senti tão estranha mas tão bem.
Realmente há demasiado cimento,demasiada madeira talhada abruptamente, um sacrário a meio do espaço, ao lado duma janela estreita que dá para um jardim.
Do outro lado, uma janela rasgada mostrando um fundo verde lindíssimo.
Tudo diferente do que estamos habituados e, ao princípio parece que nos vamos sentir abafados, esmagados, demasiado pressionados...
Mas depois... que bom! Que sossego, que ambiente intimista, que pequenez naquela grandiosidade... E ficamos nós e Deus.
Não importa se a Igreja está cheia, se se está a velar um Irmão defunto, se há uma Missa com um grupo de Dominicanos... Nada disso tira a certeza de que estamos ali, nós e Deus, presente naquele sacrário.
Mais uma vez, uma experiência que não esqueço e enche o coração, mesmo quando há inquietação e dor e
neurastenia...
Ir. Maria Teresa de Carvalho Ribeiro,O.P.

Festa na Vila

Solenidade de S. Pedro e S. Paulo
Aqui em Sintra, é simplesmente a festa de S. Pedro com feriado e tudo. É o " santo popular " comemorado nesta zona, "com pompa e circunstância".
E, realmente, S. Pedro merece ser evocado por todos nós.Era um homem simples, pescador de profissão, um homem a quem Jesus mudou o nome de Saulo para Paulo, e percebemos porquê.
Não era grande a sua Fé mas era um indivíduo de entusiasmos: " Senhor que eu ande sobre as ondas..." E foi. Mas o medo fê-lo perder o pé e quase se afundar.
Era medroso e por isso negou o seu Mestre: "Não O conheço..." 
Mas a sua capacidade de arrependimento era igual à do seu entusiasmo.
Foi por reconhecer as suas virtudes que Jesus fez dele o primeiro chefe da Sua Igreja.
Modelo para nós, tentemos segui-lo e acompanhá-lo na sua confiança, mesmo quando errou.
Ir. Maria Teresa de Carvalho Ribeiro, O.P.