domingo, 27 de abril de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
Uma nova cidade
Março de 2003!
Desta vez, a finalidade última era conhecer Barcelona, os seus mistérios, a sua arquitectura fora do vulgar, a sua vida que atrai tantos estudantes estrangeiros.
E conseguimos! Desde o Templo da Sagrada Família até ao Park Güell... passando pela casa Batlló e por La Pedrera, ficámos a conhecer os mais notáveis trabalhos de Gaudí, a sua originalidade, o seu misticismo, resultados de uma imensa criatividade e alguma "magia"
Mas também fomos conhecer a vida nocturna do porto, apreciar as especialidades regionais e experimentar a vivência das famosas Ramblas, com os seus quiosques e as suas exposições /vendas.
Como sempre, uma viagem inesquecível de amizade e dom. Podemos continuar a agradecer a Deus...
Ir. Maria Teresa de Carvalho Ribeiro, O.P.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
O dia D de Portugal
Este dia 25 de Abril de 1974 foi chamado o dia da Revolução dos cravos e os mais jovens são capazes de perguntar porquê.
Realmente, revolução e cravos não são duas palavras que liguem muito bem. Mas é que nesta " revolução " as armas que os soldados empunhavam estavam ornamentadas com cravos encarnados. Cravos que, nas ruas, as floristas e quantos se juntavam a eles lhes iam oferecendo.
Foi uma maneira de festejar a liberdade.
E aqui, temos novos pontos de interrogação: Liberdade? De quê? Que tipo de liberdade?
Actualmente, sobretudo para os mais jovens, liberdade é mais ou menos sinónimo de "libertinagem", de poder fazer o que lhes apetece. Esquecem mesmo que a liberdade de uns termina onde começa a liberdade dos outros. E nem se lembram que a liberdade pressupõe direitos mas também deveres.
Mas, em 1974, a liberdade que se festejava era o fim dum regime ditatorial e o início dum governo em democracia. E isto, significava a libertação de muitas coisas que pareciam pesar demasiado.
Aliás, ser livre, verdadeiramente, é ser capaz de se desprender de tudo aquilo que nos prende, que nos impede de olhar além, de sonhar mais alto, de aspirar à santidade.
Não é, necessàriamente, abdicar de tudo, mas ser capaz de se desprender do que não deixa livre o coração e o espírito. A liberdade está dentro de nós, no nosso coração.
Com o 25 de Abril de 1974, desprendemo-nos da ditadura e assumimos a democracia. Não sei se, nesse dia, já tínhamos plena consciência do que tudo isso implicava ; se todos aqueles que alegremente se manifestavam nas ruas sabiam o que o país lhes ia pedir.
Eu estava em Lisboa nessa madrugada de Abril e fui acordada pelo som do telefone que avisava o meu irmão que tinha havido uma revolução. Depois, um grande silêncio e a expectativa do que se iria passar. E o que desejei e consegui foi regressar rapidamente ao Ramalhão. Havia um Colégio de que eu era a responsável...
Nesse dia não aconteceu nada. Apenas suspendemos as aulas. Depois, é que se seguiram RGAs, RGEs, etc. Quantas reuniões! Quantas dúvidas! Quantas inquietações!
Era o preço a pagar pela liberdade alcançada.
Ir. Maria Teresa de Carvalho Ribeiro,O.P.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Felicidade da vida em comum
Os meus pais faziam hoje 80 anos de casados. Digo faziam, porque já nenhum deles está entre nós. A minha mãe morreu há dois anos e o meu pai fez quarenta anos que nos deixou. Foi no ano da "revolução dos cravos" mas já não teve tempo de se aperceber de tudo quanto esta revolução nos ia trazer.
Portanto, já nenhum dos meus pais vive; mas eu continuo a lembrar este dia e a comemorá-lo.Junto de Deus, eles certamente ficarão contentes com isso. O meu pai não deixava passar nenhuma data sem a festejar...
Já não estão cá. Mas antes, foram quarenta anos de felicidade, de vida em comum, de alegrias e dificuldades partilhadas.
Nem tudo foi fácil. Houve dias melhores e dias piores como em todas as famílias. Mas, tiveram a felicidade de ver os filhos formados e com a vida estabilizada: o meu irmão casado e eu seguindo a minha vocação religiosa.
Lisboa era a sua cidade. Lá tinham estudado, passado a sua adolescência, vivido. Lá se tinham conhecido, casado e continuado a viver.
Ambos tinham irmãos e, para qualquer deles, a família era muito importante. Daí as festas vividas em família: o Natal , a passagem de ano, a Páscoa, os aniversários...
De certeza que eles, junto do Pai, estão a pedir por nós: os filhos, os sobrinhos, os netos.
Obrigada, meus pais, por tudo o que nos destes.
Ir. Maria Teresa de Carvalho Ribeiro, o.p.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Dia Mundial do Livro
Mais uma comemoração mundial!...
Esta comemoração, que eu aplaudo, convida à leitura e à escrita, e por isso incentiva à criatividade, aumenta o gosto pelo conhecimento, ajuda a uma melhor expressão das ideias .
Neste momento e nesta era das novas tecnologias, em que os jovens são convidados a utilizar um tipo de linguagem e de escrita que é bastante simbólica , para não dizer irreal, falar em livros é da maior oportunidade. Embora também pareça uma irrealidade...
Já lá vai o tempo em que se considerava "o livro como um amigo" que se tratava com respeito e carinho. Ele ocupava as nossas mentes e os nossos tempos livres.Era ele que nos transmitia os conhecimentos desejáveis e ajudava a desenvolver a nossa imaginação.
Foram os livros que "criaram" poetas e escritores...
Ter uma boa biblioteca era a ambição de muita gente que centralizava nela os seus desejos de cultura.
Hoje, tudo se digitaliza, quase tudo se encontra na internet e os livros ficam relegados para um segundo plano, para o campo das curiosidades ou das recordações.
Mas há um livro que não podemos ignorar nem relegar para o campo das antiguidades- a Bíblia. Porque ela nos fala de Vida , de Verdade, de seguimento de Jesus Cristo.
E também não podemos esquecer do livro da nossa vida, aquele que vamos escrevendo, folha a folha, de que não podemos arrancar páginas porque não nos satisfazem, a que não é possível acrescentar factos lindos que o embelezariam.
Ele é o livro em branco, onde tudo fica registado e que tão mais belo será quanto mais a sua história se aproximar da história que o Pai desejou para nós.
Ir. Maria Teresa de Carvalho Ribeiro,o.p.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Terça - feira de Páscoa
Não me prendas que ainda não fui para o Pai
Maria Madalena possuía já Jesus no seu coração, pela sua Fé, pelo seu Amor
Saibamos como ela encontrá-Lo no fundo do nosso coração, neste tempo de Páscoa.
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Segunda - feira de Páscoa
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